As salvaguardas da lei impedem os abusos.

    Resposta curta

    É uma questão de facto, e por isso a mais fácil de verificar: nos países que abriram a porta primeiro, os critérios iniciais não se mantiveram.

    Esta objecção é boa porque se pode confirmar. Basta olhar para quem legislou há mais tempo e comparar os critérios de então com os de agora.

    O padrão que se repete é o alargamento gradual. Começa em doença terminal com sofrimento insuportável e, com os anos, entra a doença crónica, a doença psiquiátrica, a demência. Cada passo é defendido com o mesmo argumento que justificou o anterior, e torna-se difícil explicar porque é que aquela pessoa merece menos compaixão do que a anterior.

    Não é má-fé de ninguém. É o que acontece quando o critério que fica de pé é o sofrimento, e o sofrimento não tem fronteira natural.

    Cuidado: Usa dados verificáveis e cita a fonte. Este argumento perde toda a força se exagerares os números.