Cada vida vale. Sem exceções.
Da conceção à morte natural. Não aceitamos a ideia de que há pessoas descartáveis, nem de que há vidas que não vale a pena viver.
Somos pró-mulher, pró-criança, pró-doente e pró-idoso. Sempre.
Não somos só um dia por ano.
Sair à rua é a parte que se vê. O resto do ano é isto: formar, informar, e pôr quem precisa de ajuda em contacto com quem a dá.
A Marcha
O maior evento público em defesa da vida em Portugal. Um dia, uma praça cheia, milhares de vozes.
Conferências e formação
Encontros com médicos, juristas e investigadores, abertos a quem quer perceber melhor.
Presença pública
Levamos o tema ao debate público e às redes, com factos e sem imagens chocantes.
Encaminhamento
Ligamos quem precisa de ajuda às organizações que a dão, de forma gratuita e confidencial.
Em março, 4.000 pessoas saíram à rua em Lisboa.
Olha bem para a fotografia. Não é um grupo à parte: é gente que podias encontrar na fila do supermercado. No mesmo dia houve marchas em mais 12 cidades do país.

Números da organização.
Junta-te ao movimento
Escolhe por onde preferes acompanhar. Podes sair quando quiseres.
Comunidade de WhatsApp
É onde partilhamos as novidades primeiro, organizamos as ações e combinamos quem vai à marcha. Poucas mensagens por dia, e moderada.
Entrar na comunidade1.200 pessoas lá dentro
Newsletter mensal
Um email por mês com o essencial: o que fizemos, o que vem aí e como podes participar.
A mesma convicção, do princípio ao fim.
Defendemos a dignidade de cada pessoa em todas as fases da vida.
Pela criança por nascer, e pela mãe
Nenhuma mulher devia sentir que não tem alternativa. Queremos apoio real para cada mãe, e uma oportunidade para cada criança.
Pela dignidade de quem sofre
Ninguém devia morrer com dor que se pode tratar, nem sentir-se um peso. Queremos cuidados paliativos para todos: cuidar, nunca eliminar.
Pelos idosos e pelos mais frágeis
Há idosos que passam semanas sem que ninguém lhes fale. Um país mede-se por como cuida de quem já não pode retribuir.
Queres perceber melhor porque pensamos assim?
Ver o que acreditamos, com calmaUma marcha por ano não muda um país.
O movimento existe os outros 364 dias, e isso paga-se: palco, som, licenças, transporte, materiais e formações. Quem apoia todos os meses é quem torna isto possível.
Valores e métodos a definir com o EasyPay.
Nós saímos à rua
Todos os anos enchemos uma praça em Lisboa. Vem-se a pé, com família e amigos, dura cerca de duas horas e não há imagens chocantes. Podes vir com os teus filhos.
Ver tudo sobre a marchaA data de 2027 ainda não está marcada
Deixa o teu email e sê a primeira pessoa a saber quando houver dia, hora e local.
As perguntas que nos fazem
Sem rodeios, e sem fugir das difíceis.
Porque em Portugal há vidas que valem menos do que outras, e isso vê-se na lei e vê-se no dia a dia.
A Marcha é a forma mais simples que encontrámos de dizer o contrário em voz alta e em conjunto. Uma vez por ano, milhares de pessoas ocupam uma praça em Lisboa para afirmar uma ideia: a dignidade de cada pessoa não depende da idade, da saúde, nem da utilidade que tem para os outros.
Não. Defendemos a vida da conceção à morte natural, e isso inclui muita coisa.
Inclui a criança por nascer e a mãe que se sente sem alternativas. Inclui quem está a sofrer e não tem acesso a cuidados paliativos. Inclui os idosos que passam semanas sem uma visita. É a mesma convicção aplicada em momentos diferentes da vida.
A Marcha é apartidária e aconfessional. Há quem venha com fé e há quem venha sem nenhuma.
O que nos une não precisa de religião para funcionar: se cresce, está vivo; se tem pais humanos, é humano; e todos os seres humanos valem, tenham a idade que tiverem. Podes chegar aqui pela biologia, pelos direitos humanos ou pelo bom senso. O teu lugar é o mesmo que o de toda a gente.
Pelo contrário. Somos pró-vida e pró-mulher, e não achamos que seja preciso escolher.
O que nos revolta é que a única resposta que o país costuma oferecer a uma mulher em pânico seja acabar com a gravidez. E quase nunca se fala do resto: creches, licenças, casa, um emprego que não desapareça, alguém que atenda o telefone quando é preciso. É aí que queremos mexer.
Se estás grávida e com medo, vamos indicar-te quem te pode ajudar hoje.
Compaixão quer dizer sofrer com alguém. O que se propõe é fazer desaparecer quem sofre, e isso é outra coisa. A razão de fundo é curta: não se mata doentes.
Isto não é obrigar ninguém a sofrer. Recusar tratamentos inúteis é legítimo, tratar a dor até adormecer alguém é boa medicina, e deixar morrer em paz não é matar. E porque não matamos os doentes, ficamos a dever-lhes tudo o resto: cuidados paliativos a sério não são a razão pela qual somos contra a eutanásia, são a obrigação que nos fica depois de dizermos que aquela vida continua a valer.
Sozinha não muda uma lei. Mas muda o que as pessoas acham que podem dizer.
Todos os anos aparece alguém que julgava ser o único a pensar assim, até virar a esquina e ver a praça cheia. Depois disso fala no trabalho, fala à mesa de jantar, fala com o médico de família.
Ninguém a quem tenhamos de dar satisfações. Não recebemos dinheiro do Estado, de partidos, nem de nenhuma instituição religiosa.
O que fazemos é pago por donativos de pessoas individuais, quase todos pequenos, e por quem nos empresta tempo em vez de dinheiro. Dizemos isto sem ser perguntado porque é a primeira coisa que qualquer pessoa razoável quer saber sobre um movimento como este.
Não. Não há nada nesta causa que faça sentido com o dedo apontado.
Muitas mulheres que passaram por isso não tiveram escolha nenhuma: tiveram pressão, medo, ou ninguém ao lado. Se carregas isso contigo, há quem te ouça sem te julgar.
Estás grávida e com medo? A cuidar de alguém no fim da vida?
Vamos indicar-te quem te pode ajudar hoje. São organizações gratuitas e confidenciais, e nenhuma delas te vai julgar.
Ver quem te pode ajudarHá sempre lugar para mais uma pessoa
Quero ser voluntário
Comunicação, coordenação, planeamento ou apoio no dia. Não é preciso experiência nenhuma.
Quero ajudarTrago o meu grupo
Paróquia, escola, associação ou grupo de amigos. Ajudamos com transporte, faixas e organização.
Registar o meu grupo