Lisboa · Março

    Cada vida vale. Sem exceções.

    Da conceção à morte natural. Não aceitamos a ideia de que há pessoas descartáveis, nem de que há vidas que não vale a pena viver.

    4.000pessoas em Lisboa, março de 2026

    Somos pró-mulher, pró-criança, pró-doente e pró-idoso. Sempre.

    O Movimento

    Não somos só um dia por ano.

    Sair à rua é a parte que se vê. O resto do ano é isto: formar, informar, e pôr quem precisa de ajuda em contacto com quem a dá.

    A Marcha

    O maior evento público em defesa da vida em Portugal. Um dia, uma praça cheia, milhares de vozes.

    Conferências e formação

    Encontros com médicos, juristas e investigadores, abertos a quem quer perceber melhor.

    Presença pública

    Levamos o tema ao debate público e às redes, com factos e sem imagens chocantes.

    Encaminhamento

    Ligamos quem precisa de ajuda às organizações que a dão, de forma gratuita e confidencial.

    Março de 2026

    Em março, 4.000 pessoas saíram à rua em Lisboa.

    Olha bem para a fotografia. Não é um grupo à parte: é gente que podias encontrar na fila do supermercado. No mesmo dia houve marchas em mais 12 cidades do país.

    Multidão da Marcha pela Vida a descer uma rua de Lisboa, com famílias, jovens e cartazes.
    4.000Pessoas em Lisboa
    12Outras cidades no mesmo dia

    Números da organização.

    Junta-te ao movimento

    Escolhe por onde preferes acompanhar. Podes sair quando quiseres.

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    É onde partilhamos as novidades primeiro, organizamos as ações e combinamos quem vai à marcha. Poucas mensagens por dia, e moderada.

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    1.200 pessoas lá dentro

    Newsletter mensal

    Um email por mês com o essencial: o que fizemos, o que vem aí e como podes participar.

    O que defendemos

    A mesma convicção, do princípio ao fim.

    Defendemos a dignidade de cada pessoa em todas as fases da vida.

    NO INÍCIO

    Pela criança por nascer, e pela mãe

    Nenhuma mulher devia sentir que não tem alternativa. Queremos apoio real para cada mãe, e uma oportunidade para cada criança.

    NO SOFRIMENTO

    Pela dignidade de quem sofre

    Ninguém devia morrer com dor que se pode tratar, nem sentir-se um peso. Queremos cuidados paliativos para todos: cuidar, nunca eliminar.

    ATÉ AO FIM

    Pelos idosos e pelos mais frágeis

    Há idosos que passam semanas sem que ninguém lhes fale. Um país mede-se por como cuida de quem já não pode retribuir.

    Queres perceber melhor porque pensamos assim?

    Ver o que acreditamos, com calma
    Apoiar

    Uma marcha por ano não muda um país.

    O movimento existe os outros 364 dias, e isso paga-se: palco, som, licenças, transporte, materiais e formações. Quem apoia todos os meses é quem torna isto possível.

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    Valores e métodos a definir com o EasyPay.

    A próxima marcha

    Nós saímos à rua

    Todos os anos enchemos uma praça em Lisboa. Vem-se a pé, com família e amigos, dura cerca de duas horas e não há imagens chocantes. Podes vir com os teus filhos.

    Ver tudo sobre a marcha

    A data de 2027 ainda não está marcada

    Deixa o teu email e sê a primeira pessoa a saber quando houver dia, hora e local.

    Perguntas e Respostas

    As perguntas que nos fazem

    Sem rodeios, e sem fugir das difíceis.

    Porque em Portugal há vidas que valem menos do que outras, e isso vê-se na lei e vê-se no dia a dia.

    A Marcha é a forma mais simples que encontrámos de dizer o contrário em voz alta e em conjunto. Uma vez por ano, milhares de pessoas ocupam uma praça em Lisboa para afirmar uma ideia: a dignidade de cada pessoa não depende da idade, da saúde, nem da utilidade que tem para os outros.

    Não. Defendemos a vida da conceção à morte natural, e isso inclui muita coisa.

    Inclui a criança por nascer e a mãe que se sente sem alternativas. Inclui quem está a sofrer e não tem acesso a cuidados paliativos. Inclui os idosos que passam semanas sem uma visita. É a mesma convicção aplicada em momentos diferentes da vida.

    A Marcha é apartidária e aconfessional. Há quem venha com fé e há quem venha sem nenhuma.

    O que nos une não precisa de religião para funcionar: se cresce, está vivo; se tem pais humanos, é humano; e todos os seres humanos valem, tenham a idade que tiverem. Podes chegar aqui pela biologia, pelos direitos humanos ou pelo bom senso. O teu lugar é o mesmo que o de toda a gente.

    Pelo contrário. Somos pró-vida e pró-mulher, e não achamos que seja preciso escolher.

    O que nos revolta é que a única resposta que o país costuma oferecer a uma mulher em pânico seja acabar com a gravidez. E quase nunca se fala do resto: creches, licenças, casa, um emprego que não desapareça, alguém que atenda o telefone quando é preciso. É aí que queremos mexer.

    Se estás grávida e com medo, vamos indicar-te quem te pode ajudar hoje.

    Compaixão quer dizer sofrer com alguém. O que se propõe é fazer desaparecer quem sofre, e isso é outra coisa. A razão de fundo é curta: não se mata doentes.

    Isto não é obrigar ninguém a sofrer. Recusar tratamentos inúteis é legítimo, tratar a dor até adormecer alguém é boa medicina, e deixar morrer em paz não é matar. E porque não matamos os doentes, ficamos a dever-lhes tudo o resto: cuidados paliativos a sério não são a razão pela qual somos contra a eutanásia, são a obrigação que nos fica depois de dizermos que aquela vida continua a valer.

    Sozinha não muda uma lei. Mas muda o que as pessoas acham que podem dizer.

    Todos os anos aparece alguém que julgava ser o único a pensar assim, até virar a esquina e ver a praça cheia. Depois disso fala no trabalho, fala à mesa de jantar, fala com o médico de família.

    Ninguém a quem tenhamos de dar satisfações. Não recebemos dinheiro do Estado, de partidos, nem de nenhuma instituição religiosa.

    O que fazemos é pago por donativos de pessoas individuais, quase todos pequenos, e por quem nos empresta tempo em vez de dinheiro. Dizemos isto sem ser perguntado porque é a primeira coisa que qualquer pessoa razoável quer saber sobre um movimento como este.

    Não. Não há nada nesta causa que faça sentido com o dedo apontado.

    Muitas mulheres que passaram por isso não tiveram escolha nenhuma: tiveram pressão, medo, ou ninguém ao lado. Se carregas isso contigo, há quem te ouça sem te julgar.

    Estás grávida e com medo? A cuidar de alguém no fim da vida?

    Vamos indicar-te quem te pode ajudar hoje. São organizações gratuitas e confidenciais, e nenhuma delas te vai julgar.

    Ver quem te pode ajudar
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    Há sempre lugar para mais uma pessoa

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    Comunicação, coordenação, planeamento ou apoio no dia. Não é preciso experiência nenhuma.

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